Magnólia, quando fui assisti a esse filme eu li criticas confusas, uma das criticas que mais mim impressionou na época, não mim lembro o nome do autor, dizia que o filme não podia ser confundido com uma obra de arte, confesso que não entendi o que ele quis dizer com um filme pode ser confundido com obra de arte sem ser ou é ou não é.Quando fui assistir gostei, mas fique confuso sem saber se o filme era realmente uma obra de arte ou não, mas passam-se os dias e algumas cenas do filme não mim saiu da cabeça eu não tirava a Julianne Moore ela estava perfeita no filme, na verdade é uma pena que depois desse filme ela fez pouca coisa que preste a Carrera dela foi para baixo no quesito qualidade, ela na farmácia fazendo todo aquele drama para conseguir remédios sem receitas chega a dizer que estava com câncer coisa que não era verdade, por senti ramoso de ter casado por dinheiro com um homem mais velho que ela, essa é só uma das muitas cenas boas do filme confesso que gostei muito dela em relação a Tom Cruise que merecia o Oscar por esse filme não levou mais foi sem duvida o melhor f
ilme dele foi uma pena ele não ganha, ela foi indicada por outro filme “Fim de Caso” estava ótima também no mesmo ano.O interessante que nesse filme tinha um elenco grande e todos devem seu momento para brilha e algum momentos alguns personagens se cruza e fazia sentido isso no filme.
O filme sobre coincidências ou destino a nossa vida to ligado a de outras pessoas, preste atenção nas cenas que abri o filme e uma verdadeira obra de arte.
O egraçado que ate a chuva de sapos no meio do filme tão criticado para mim fez o maio sentido era o momento decisivo na vida da maioria dos personagens, e olhe que eu odeio sapos.
A ligação dos personagens esta perfeita faz muito sentido à continuidade do filme tenho um verdade
iro show, fazendo as historia se entrelace sendo noves personagem diferentes foi perfeito.E responde no ao critico que disse:que não era pra pensa que o filme era uma obra de arte, não é pra pensa o filme é uma obra de arte mesmo.
Confira detalhes do filme abaixo:

Uma visão amarga da sociedade americana, mostrada por meio de nove histórias entrelaçadas. Entre os vários personagens estão o produtor de TV Earl Partridge (Jason Robards), que está à beira da morte, a sua jovem esposa Linda (Julianne Moore), que cuida de seu marido em seus últimos dias, e seu filho (Tom Cruise), um sujeito extremamente machista. Ganhador do Urso de Ouro no Festival de Berlim (2000); Globo de Ouro de melhor ator coadjuvante para Tom Cruise; 3 indicações ao Oscar.
Um comentário:
ô, céus, aprenda a escrever.
Mim não conjuga verbo.
Aprenda pra que serve a vírgula.
Seus texto é dolorosamente mal escrito.
Boa sua iniciativa de escrever sobre cinema, mas tome mais cuidado com a língua portuguesa.
Abraços.
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